o ano acabou. desta vez realizei vários dos sonhos que tinha vontade. mas para os quais me faltava coragem. e descobri que viver não é tão difícil como pensamos. aliás, é. mas a graça está, exatamente, em tentar descomplicar o que é, por natureza, complicado. então fomos pruma baladinha. logo depois da ceia de natal que ofereci em minha casa, e na qual eu jamais imaginei que ela iria. mas ela veio. e me faz o homem mais feliz do mundo. sorrimos um pro outro. nos abraçamos e neste momento eu sabia que tudo entre nós tinha voltado ao normal. ou pelo menos caminhava nesta direção.
então na balada beijamos. muito. ela um cara. eu, outro. mas fizemos coisas juntos sim. encoxamos, ao mesmo tempo, um go go boy. pedaço. e nos divertimos horrores. no final da balada, nos abraçamos e ela me disse, ao pé do ouvido: "fazer o quê, eu te adoro." corrijo, nesta hora ela me fez o homem mais feliz do mundo. um pouco mais feliz do que quando ganhei o box com a primeira temporada do gilmore girls, 4 horas e 37 minutos antes, de amigo secreto.
difícil superar este ano que passou. mas agora não é hora de pensar nisso. é hora de aproveitar tudo que conquistei. o emprego. os novos amigos. os antigos. os amores. as baladas. e deixar a vida me levar. pelo menos por um tempo.
Escrito por pôlo às 11h00
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